Alok diz que desistiu de estar no topo: ‘Não importava ser só um número no mundo’
Com sucesso estabelecido na Europa, para ele, o topo é consequência
23 de Junho de 2026 - 14h06
Alok é visto como o maior DJ brasileiro do mundo, mas ele próprio não se enxerga assim. O DJ fechou a noite deste sábado (20), do Rock in Rio Lisboa. Ele tocou no Palco Music Valley após a headliner Katy Perry.
Em conversa com o Estadão pouco antes do show, o artista descreveu ter duas vertentes. “Sou mais pop e abrangente no Brasil e eletrônico internacionalmente”, disse. Com sucesso estabelecido na Europa, para ele, o topo é consequência.
“Eu desisti já há um bom tempo dessa corrida maluca de querer estar no topo”, afirmou. “Não importava ser o número um do mundo e não ser o número um para os meus filhos.”
Alok contou que sua música é muito influenciada pelo que viraliza nas redes, mas não acredita na superficialidade de fazer arte apenas para a internet. “O mais importante é não fazer com o viés exclusivo de viralizar. Critico gravadoras que se recusam a lançar música se não for “para o TikTok”. Eu faço a arte em que acredito”, disse.
Em conversa com o Estadão pouco antes do show, o artista descreveu ter duas vertentes. “Sou mais pop e abrangente no Brasil e eletrônico internacionalmente”, disse. Com sucesso estabelecido na Europa, para ele, o topo é consequência.
“Eu desisti já há um bom tempo dessa corrida maluca de querer estar no topo”, afirmou. “Não importava ser o número um do mundo e não ser o número um para os meus filhos.”
Alok contou que sua música é muito influenciada pelo que viraliza nas redes, mas não acredita na superficialidade de fazer arte apenas para a internet. “O mais importante é não fazer com o viés exclusivo de viralizar. Critico gravadoras que se recusam a lançar música se não for “para o TikTok”. Eu faço a arte em que acredito”, disse.