Gestão Elvis Cezar fechou 2025 com mais de R$ 385 milhões de superávit

Prefeito de Santana de Parnaíba conseguiu aliar eficiência governamental com economia e equilíbrio
Gestão Elvis Cezar fechou 2025 com mais de R$ 385 milhões de superávit
7 de Agosto de 2026 - 09h17
A gestão do prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar, fechou a administração fiscal de 2025 com mais de R$ 385 milhões de superávit nas contas públicas. A cidade também conquistou o 1º lugar nacional no Prêmio Band Cidades Excelentes nas categorias Desenvolvimento Socioeconômico e Ordem Pública, além de receber notas de destaque em eficiência e transparência fiscal emitida por órgãos competentes de fiscalização de recursos públicos, como o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

Segundo dados do TCE, em 2025 a Prefeitura de Santana de Parnaíba teve uma receita total consolidada de R$ 2.105.611.569,18 e uma despesa total consolidada de R$ 1.720.551.759,89, o que resultou num superávit de R$ 385.059.809,29, possibilitando que a cidade continue fazendo novos investimentos sem abrir mão da responsabilidade fiscal.

“Em Santana de Parnaíba, trabalho é compromisso com as pessoas! Já realizamos mais de 250 obras que transformaram a realidade da nossa cidade: novas escolas, unidades de saúde, pavimentação, áreas de lazer, centros esportivos e muito mais. Cada obra entregue representa mais qualidade de vida, mais dignidade e mais oportunidades para a nossa população”, disse Elvis Cezar.

Cidades endividadas

Por outro lado, diversas cidades estão com as contas colapsadas! Prefeitos atrasando pagamento de fornecedores causando obras paradas, deixando de pagar o Regime Próprio de Previdência dos Servidores (RPPS) e tomando empréstimos para pagar empréstimos. Segundo levantamento anual da Confederação Nacional de Municípios (CNM), cerca de 54% dos municípios brasileiros começaram o período de 2026 operando no vermelho, o que representa cerca de 3.000 prefeituras com sérios problemas fiscais e atrasos operacionais. Além disso, 31% das prefeituras iniciaram o ano com despesas sem fonte de recurso suficiente, os chamados restos a pagar. Além disso, 28,8% das cidades relataram atrasos diretos no pagamento de fornecedores ao fechar as contas.