Ministro Wellington Dias afirma que 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família
Dias rebate crítica sobre 'beneficiários eternos' do Bolsa Família
27 de Maio de 2026 - 16h53
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou nesta quarta-feira (27) que 5,1 milhões de famílias deixaram o programa Bolsa Família desde 2023 após ampliarem a renda familiar.
Segundo o ministro, o número representa cerca de 15 milhões de pessoas que conseguiram superar a situação de pobreza por meio da inserção no mercado de trabalho e do aumento da renda.
A declaração foi feita durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
De acordo com Wellington Dias, os dados mostram que o Bolsa Família funciona como instrumento de apoio temporário para famílias em situação de vulnerabilidade social.
O ministro também comentou críticas recentes sobre a permanência de beneficiários no programa e afirmou que ainda existe preconceito em relação às pessoas de baixa renda. Segundo ele, os números demonstram que muitas famílias conseguem deixar o benefício após conquistarem melhores condições financeiras.
Durante a entrevista, Wellington Dias citou estudos sobre os impactos sociais do programa. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial aponta que aproximadamente 70% da primeira geração de beneficiários conseguiu sair da pobreza, principalmente por meio da educação.
O ministro também destacou dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), segundo os quais o Brasil alcançou Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, passando a integrar o grupo de países com desenvolvimento considerado “muito alto”.
Outro dado apresentado foi relacionado ao empreendedorismo. Segundo informações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 5,9 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único atuam atualmente como pequenos empreendedores.
De acordo com Wellington Dias, parte desses beneficiários passou a gerar empregos, contribuindo para a movimentação da economia e ampliação da renda familiar.
O ministro também afirmou que mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família. Segundo ele, o objetivo do programa é ampliar oportunidades e fortalecer a classe média no país.
Atualmente, o valor médio pago às famílias beneficiadas é de aproximadamente R$ 700 mensais. Além do auxílio financeiro, os beneficiários também podem acessar programas sociais complementares, como tarifa social de energia, vale-gás e Farmácia Popular.
Para receber o Bolsa Família, as famílias precisam cumprir contrapartidas nas áreas de saúde e educação. Entre as exigências estão o acompanhamento médico, vacinação, matrícula escolar e frequência regular das crianças e adolescentes.
Segundo o ministro, essas medidas têm como objetivo garantir não apenas a transferência de renda, mas também condições para que as famílias possam superar a pobreza ao longo do tempo.
Reportagem feita por Julia Motta.
Segundo o ministro, o número representa cerca de 15 milhões de pessoas que conseguiram superar a situação de pobreza por meio da inserção no mercado de trabalho e do aumento da renda.
A declaração foi feita durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
De acordo com Wellington Dias, os dados mostram que o Bolsa Família funciona como instrumento de apoio temporário para famílias em situação de vulnerabilidade social.
O ministro também comentou críticas recentes sobre a permanência de beneficiários no programa e afirmou que ainda existe preconceito em relação às pessoas de baixa renda. Segundo ele, os números demonstram que muitas famílias conseguem deixar o benefício após conquistarem melhores condições financeiras.
Durante a entrevista, Wellington Dias citou estudos sobre os impactos sociais do programa. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial aponta que aproximadamente 70% da primeira geração de beneficiários conseguiu sair da pobreza, principalmente por meio da educação.
O ministro também destacou dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), segundo os quais o Brasil alcançou Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, passando a integrar o grupo de países com desenvolvimento considerado “muito alto”.
Outro dado apresentado foi relacionado ao empreendedorismo. Segundo informações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 5,9 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único atuam atualmente como pequenos empreendedores.
De acordo com Wellington Dias, parte desses beneficiários passou a gerar empregos, contribuindo para a movimentação da economia e ampliação da renda familiar.
O ministro também afirmou que mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família. Segundo ele, o objetivo do programa é ampliar oportunidades e fortalecer a classe média no país.
Atualmente, o valor médio pago às famílias beneficiadas é de aproximadamente R$ 700 mensais. Além do auxílio financeiro, os beneficiários também podem acessar programas sociais complementares, como tarifa social de energia, vale-gás e Farmácia Popular.
Para receber o Bolsa Família, as famílias precisam cumprir contrapartidas nas áreas de saúde e educação. Entre as exigências estão o acompanhamento médico, vacinação, matrícula escolar e frequência regular das crianças e adolescentes.
Segundo o ministro, essas medidas têm como objetivo garantir não apenas a transferência de renda, mas também condições para que as famílias possam superar a pobreza ao longo do tempo.
Reportagem feita por Julia Motta.